O suíço Julius Meili (1839-1907), que foi cônsul honorário de seu país em Salvador, empreendeu uma das pesquisas mais rigorosas sobre a moeda fiduciária no Brasil. As moedas dizem muito sobre a civilização onde circulam. Assim, pode-se “ler” um pouco da história do Brasil por intermédio das suas moedas, a respeito das quais a bibliografia é escassa e de difícil acesso no Brasil.
O Meio Circulante no Brasil, volume III – que teve apenas uma edição, em 1903, paga pelo próprio autor e de circulação restrita –, é obra rara, que contribui para ampliar o conhecimento sobre a numismática nacional. Este terceiro volume (impresso em papel couchê, formato 30 x 21 cm, com reproduções primorosas) resgata uma preciosa fonte de informações sobre o dinheiro brasileiro no tempo do Império. Este livro, fruto de coedição do Conselho Editorial do Senado Federal, Associação de Amigos do Museu de Valores do Branco Central e do próprio Banco Central, preenche uma lacuna na bibliografia sobre o assunto.
O Meio Circulante no Brasil
A moeda fiduciária no Brasil de 1771 a 1900 - Parte III
Julius Meili
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R$ 48,00
| Livraria | |
| Link_PDF | https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/574379/000752922_Meio_circulante_Brasil_v.3.pdf |
| Páginas | 552 |
| Processor | |
| Ano | 2006 |
| Editora | Senado Federal |

